Desejar a permanência. Viver nos nossos sonhos. Obsessão do pensamento. Eternas vigílias.Um abraço, um beijo, um toque de mãos. Simplesmente um olhar. Sentir-se mil vezes o que nunca se sentiu. Beber as palavras: ilusão? Mágoa! Querer ouvir o que não é dito. Dizer o que não se pode ouvir. Inventar razões, tomar decisões, adiar o impossível. Tudo isto porquê?
O corpo, a alma, o ser? Tudo e...nada!
Pouco – desespero. Muito – perigo.
E o tal abraço, e o beijo, e o toque de mãos,
e o olhar, e as palavras?
E quando, e como, e para quê?
E depois...?
E mais...?
O que fazer de quem se gosta?
M.A. 1999
Sem comentários:
Enviar um comentário