Andas ao meu lado, mas não penses que me dobras...
Já cá não pertenço, por isso, não me impressionas.
Já não és um eufemismo, para mim!
Tu és o normal, o banal, o trivial...
Sou eu que gozo contigo e me rio na tua cara.
Boa sorte para ti, amiga finitude.
"Me aguarde, né?"