
Há muitos anos atrás, havia um anão cujo tamanho era inversamente proporcional à extensão do seu sonho.
O sonho era tão grande que lhe dava água pela barba, mesmo quando o tempo estava seco. Teimava que a sua curta existência não havia de acabar sem realizar o seu desmedido desejo.
Um dia de inverno (portanto, curto!), pôs os seus pequenos pés ao longo caminho e foi procuerrar a floresta en-cantada. Cantou, cantou, mas nada aconteceu…águardou paciendemente, mas a água não caiu…finalmente, e já de cabeça perdida, atirou-se para o chão, dando murros com as suas diminutas mãos. Qual é o seu espanto, que sentiu, na sua frente ( já que não podia ver, porque tinha perdido a cabeça) algo que cheirava fortemente a rosas. Será chuva, será gente?, pensava ele. Foi então que a misteriosa criatura se revelou, foi a ver : era uma fotografia!
Já perceberam que, entretanto, o anão encontrara a cabeça (que não tinha sido descoberta, porque não usava chapéu), pois repararam que ele vira a fotografia. Depois de a virar, viu, com os seus minúsculos olhos, que tinha uma morada escrita: Rua de Todos-os-Sonhos, 7, País dos Desejos. Não perdeu tempo (bem bastava ter perdido a cabeça!). Correu a apanhar um autocarro. Não conseguiu apanhá-lo, porque era muito grande. Resolveu, então, tomar um taxi. Custou-lhe bastante, pois só ao fim de seis copos de água é que ele foi para baixo. Tentou depois o metro, mas a distância era de vários quilómetros e para tentar já bastava o diabo!
Abriu, então, as asas do desejo e fez-se ao céu…
Chegado, enfim, ao seu des(a)tino, entrou na casa e, felicidade das felicidades!, ali estava o que ele sempre desejara ter:
As sete Brancas-de-Neve.
O sonho era tão grande que lhe dava água pela barba, mesmo quando o tempo estava seco. Teimava que a sua curta existência não havia de acabar sem realizar o seu desmedido desejo.
Um dia de inverno (portanto, curto!), pôs os seus pequenos pés ao longo caminho e foi procuerrar a floresta en-cantada. Cantou, cantou, mas nada aconteceu…águardou paciendemente, mas a água não caiu…finalmente, e já de cabeça perdida, atirou-se para o chão, dando murros com as suas diminutas mãos. Qual é o seu espanto, que sentiu, na sua frente ( já que não podia ver, porque tinha perdido a cabeça) algo que cheirava fortemente a rosas. Será chuva, será gente?, pensava ele. Foi então que a misteriosa criatura se revelou, foi a ver : era uma fotografia!
Já perceberam que, entretanto, o anão encontrara a cabeça (que não tinha sido descoberta, porque não usava chapéu), pois repararam que ele vira a fotografia. Depois de a virar, viu, com os seus minúsculos olhos, que tinha uma morada escrita: Rua de Todos-os-Sonhos, 7, País dos Desejos. Não perdeu tempo (bem bastava ter perdido a cabeça!). Correu a apanhar um autocarro. Não conseguiu apanhá-lo, porque era muito grande. Resolveu, então, tomar um taxi. Custou-lhe bastante, pois só ao fim de seis copos de água é que ele foi para baixo. Tentou depois o metro, mas a distância era de vários quilómetros e para tentar já bastava o diabo!
Abriu, então, as asas do desejo e fez-se ao céu…
Chegado, enfim, ao seu des(a)tino, entrou na casa e, felicidade das felicidades!, ali estava o que ele sempre desejara ter:
As sete Brancas-de-Neve.
M.A. 1997
1 comentário:
Ah! Ele só quer as Brancas de neve sem os sete anões,mas sempre realizou o sonho.Lena
Enviar um comentário